A felicidade é uma gama de emoções ou sentimentos que vai desde o contentamento ou satisfação até à alegria intensa ou júbilo. A felicidade tem ainda o significado de bem-estar ou paz interna. Em linguagem comum, quando se diz "estou feliz", está-se a utilizar o primeiro significado — o de emoção. Enquanto que se se diz "sou feliz", se está a utilizar o significado de bem-estar.
Felicidade é um fim de tarde olhando o mar. E a gravidade não te impede de voar. Longe de toda negatividade, a onda boa se propaga no ar...
Constantemente me pego em momentos introspectivos. Sobre tudo que acontece na vida, e sobre o nada também. Muitas dessas reflexões têm conclusões engraçadas, irônicas e um pouco trágicas. Afinal, o que é a vida? O que é destino? Como eu estou aqui, agora, neste ou naquele estado? Confesso que há seis meses atrás eu perdi o rumo. Juntamente com um pedaço de minha fé, e a esperança em qualquer coisa/pessoa que fosse. Contudo, atualmente, sou adepta do estilo “Semmering”:
“Senhora, entre a Itália e a Áustria há uma parte dos Alpes chamada Semmering – é uma região das montanhas muito íngreme e alta. Assentaram trilhos nessa parte dos Alpes para ligar Viena e Veneza. Assentaram os trilhos antes mesmo que houvesse trem para percorrer o trajeto. Construíram porque sabiam que um dia o trem chegaria”.
(Re)Construí os trilhos sob muita realidade e apatia. E o trem, incrivelmente, está chegando de vagão em vagão.
Comecei a escrever sobre a vida, por querer comentar um fato muito interessante que aconteceu essa semana comigo. Depois que eu falo que a minha vida daria uma BELA de uma novela, ninguém acredita. Resumirei este fato em uma só palavra: Consciência.
Consciência do Latim CONSCIENTIA:
1. Capacidade que o homem tem de conhecer valores e mandamentos morais e aplicá-los nas diferentes situações. 2. Rel Testemunho ou julgamento secreto da alma, aprovando ou reprovando os nossos atos. 3. Honradez, retidão. 4. Conhecimento. 5. Psicol Percepção imediata da própria experiência; capacidade de percepção em geral.
Uma mensagem:
Obrigada por tamanho feito. Digno da pessoa que eu costumava conviver. Finalizo com uma interrogativa: Você estava com problemas para dormir a noite?
Concluindo um episódio de "Heroes", pensei e escrevi rapidamente alguns motivos pró e contra a série. Alguns são relativos a certa temporada, não ao desenrolar da história. Atualmente exibe capítulos inéditos da quarta temporada. Confesso que na terceira me deu uma vontade imensa de abandoná-la, acredito que como em muitos outros. Contudo, pelo lado bom superar qualquer ponto negativo eu continuei, e não me arrependo. É uma série instigante e de ótima qualidade. Aqui vai:
10 contra Heroes:
A "maior ladra do mundo" fazer serviços por dinheiro. Claire e seus extremos de "super heroína" e "eu só queria ser uma pessoa normal". Niki morta. Mohinder e sua reviravolta fisica e mental. Adam Monroe que foi um samurai no passado, que quis destruir o mundo no presente, que... morreu. West (Se alguém ver ele voando por aí me avisa!) e Monica (Quem mesmo?) Noah e sua incansável busca pela proteção de Claire (e todo mimimi) Hiro quando exagera nas doses de criancisse. Hiro powerless. Desaparecimento repentino de personagens. (Molly, Micah (CofRebelCof), Caitlin¹...)
10 pró Heroes:
Peter Petrelli. Super poderes. Gabriel (Sylar). Efeito borboleta. Elle (Definitivamente poderia ter rendido uma ótima personagem fixa) Hiro e a fórmula partida em duas no passado (Cada parte assim, nos faz pensar em todas ações "efeito borboleta". Antes deste episódio por exemplo, eles buscavam pelos dois pedaços de fórmula, sem antes saber o por quê havia sido partido...) Heroes. Villains. Momentos WTF. Salvar o mundo.
Apesar dos contras, as partes que me fazem pensar "WTF" são constantes, e todo momento nos traz consequências de atos ocorridos no presente, passado ou futuro. Um conselho: Não reflita muito e procure os detalhes que essas mudanças causaram, gera dores de cabeça. Todavia, Heroes é minha série favorita do gênero "Suspense" (como não sou grande fã de suspense/terror, ela é a única).
Heroes "Trailer"
(A cena do táxi de Peter e Mohinder, em 1:00, repete-se na terceira temporada e tem um toque muito divertido)
Desabafo: ¹ Caitlin - Foi pro futuro, e se perdeu ali mesmo. Ainda bem. Eu não concordava com aquele absurdo de shipper entre ela e o Peter. Ninguém é boa o suficiente para ele. (Soei como uma garotinha de 13 anos agora).
"Pretérito Perfeito do Indicativo: Eu soei." Baita verbo estranho né? Conjugação aqui.
Enquanto assistia Doug na cultura, recordei outras coisas divertidas que fazia quando criança. Apenas as coisas que fazia dentro de casa. Eu era uma criança da "rua" (leia-se: prédio) também, e muito. Agradeço a Deus por ter me dado primos da mesma idade, e que viveram comigo uma época boa. De travessuras e inocência. Dentre nossas principais atividades sob o teto de meus avós, sem dúvida alguma destaco três de nossas favoritas. Duas envolvem o querido computador, com CPU deitada embaixo do monitor. Que saudade. Éramos feras em Windows 95 e MS-DOS...
Prince of Persia
"Na pele do príncipe atravesse diversos calabouços e derrote inimigos com sua espada para resgatar a princesa da Pérsia."
Eram campeonatos de Prince sem parar. Às vezes dividíamos em três vidas para cada. Dependia. Felizmente fiz o download dele ontem, e já me aventurei (sem muito sucesso) uns minutos. Emocione-se também! Clique aqui para download. Neste link do superdownload você pode ler a análise, ver fotos das telas, vídeos e comentários. Clássico.
Doom
"O jogo original foi lançado em 1993 pela id Software, sendo um dos primeiros títulos do gênero de tiro em primeira pessoa. O sucesso do game foi tão grande, que ele influenciou grande parte dos jogos deste tipo nos anos 90. Neste game, o jogador encara o papel de um fuzileiro espacial que foi deportado para marte após atirar em um oficial superior para matar civis."
Eu tinha medo de Doom. Óbvio que era muito medrosa para jogar sozinha, e ocasionalmente, preferia que alguém jogasse na minha vez ou me acompanhasse passo a passo, tamanho era meu receio. Mas adorava ver as mudanças de telas e a derrota do "mestre". Atualmente ainda tenho medo de jogos e filmes do gênero "terror/suspense demasiado". Não consigo entender o prazer de assistir/jogar com tensão. Joguei "Resident Evil 4" no PS e quase sofri um ataque cardíaco. Você pode jogar "Doom" online aqui. Ele virou filme, mas não assisti até hoje. Tratarei disso depois.
Por último, um jogo de tabuleiro CLÁSSICO e que, assim como os outros jogos, gerava muitas discussões. Embora fosse engraçado toda a competição e nervosismo.
Detetive
"Foi a Dona Branca com a corda da sala de estar."
Todos tinham seus "pininhos" favoritos, e a minha era a Dona Branca. Não faz muito tempo que joguei uma partida na casa da minha prima. Puro saudosismo.
O vício por jogos ficou para trás, e o meu Mega Drive com a fita do Sonic também. Raramente jogo uma partidinha de Scotland Yard (um fascinante "Detetive" maiormente elaborado). E estou tentando até agora lembrar um joguinho de um bonequinho, que pulava para pegar coisinhas e as telas eram sensacionais e viciantes (não é Mario!).
Só para finalizar: Quem nunca roubou em WAR que atire a primeira pedra. Ou tanque.
Uma pessoa distraída para mim é aquela pessoa atrapalhada, um pouco descuidada. Que às vezes não ouve o que as pessoas falam, esbarra nos móveis sem causar muito estrago, que ocasionalmente esquece algumas tarefas. Escovar os dentes parada é uma de minhas tarefas mais difíceis, eu tento me focar no espelho, mas quando dou por mim já estou andando pela casa a procura de algo para continuar a fazer no mesmo instante. Esquecer bolos, tortas no forno? É rotina. E eu não me orgulho disso. Certa vez minha mãe ofereceu dinheiro para que eu não queimasse o arroz. Olhei para o relógio, repeti a hora umas trinta vezes sem parar e fui fazer alguma outra coisa. Porém, lá estava a panela com o fundo preto, com aquele cheiro horrível novamente. Hoje o telefone tocou e eu atendi, era uma prima minha contando as novidades. Com o telefone preso no ombro, resolvi começar meu café da manhã ali mesmo, junto com a conversa. No momento em que peguei o achocolatado, o telefone simplesmente pulou do meu ombro direto para a pia. Se ela ao menos estivesse vazia... Ele encontrou uma panela do dia anterior, cheia de água e Tchi-Bum! Resolveu dar um mergulho (não me perguntem como, mas ele sobreviveu. O achocolatado não). Quando tenho compromissos no dia, acordo horas antes para me certificar de que não vou me atrasar. Só que há sempre uma intervenção. E normalmente é supérflua. Como rever um episódio de seriado, por exemplo. Eu calculo, subtraio e divido. Mas o tempo nunca está ao meu lado. Eu causo estrago, eu esqueço e me distraio facilmente, faço tudo ao mesmo tempo (enquanto escrevo este texto, arrumo o quarto). Entende o que quero dizer? Se estas fossem as únicas histórias que tenho, eu ficaria até feliz. Fiz coisas que até Deus duvida. E se alguém contasse eu certamente não iria acreditar (se eu não fosse EU, claro). Contudo, levando em consideração o meu dia-a-dia peno em dizer que talvez eu tenha passado de uma mera pessoa distraída para uma com tendências ao DDA (Distúrbio de Déficit de Atenção).
"Um âmbito de atenção pequeno é a identificação desse distúrbio. Pessoas que sofrem de DDA têm dificuldade de manter a atenção e o esforço durante períodos de tempo prolongados. Sua atenção tende a vagar e freqüentemente se desligam da tarefa, pensando ou fazendo coisas diferentes da tarefa a ser realizada. Ainda assim, uma das coisas que muitas vezes enganam clínicos inexperientes ao tratar desse distúrbio é que as pessoas com DDA não têm um âmbito pequeno de atenção para tudo. Freqüentemente, pessoas que sofrem de DDA conseguem prestar muita atenção em coisas que são bonitas, novas, novidades, coisas altamente estimulantes, interessantes ou assustadoras. Essas coisas oferecem uma estimulação intrínseca suficiente a ponto de ativarem o córtex pré-frontal, de modo que a pessoa consiga focalizar e se concentrar. Elas precisam de excitação e interesse para acionar suas funções do córtex pré-frontal." Ler mais
A questão é que quando me excita, eu vou até fundo demais. "(...) Começam muitos projetos, mas terminam poucos (...)" O que me consola é que não sou a única no mundo (calcula-se que o DDA afete 17 milhões de norte-americanos) e que há pessoas aí fora que também caem em suas próprias armadilhas. Embora seja até engraçado, acaba tornando-se por vezes irritante. E você se pega frustrada por saber que não o faz de propósito. Antes fosse.
Para terminar, deixo aspectos positivos do DDA:
Sensibilidade; Compreensão dos sentimentos alheios; Sentimentos profundos (pesarosamente profundos); Naturalmente criativos (incluindo a solução de problemas); Inventivos; Freqüentemente vêem as coisas de uma perspectiva peculiar; Bons em encontrar coisas perdidas (como pessoas em uma multidão); Têm percepção acurada; Cômicos; Espontâneos; Engraçados; Energéticos; Abertos, transparentes (até demais); Não guardam ressentimentos; Rápidos nas atividades que gostam de realizar; Difíceis de enganar; Penetram as pessoas e situações vendo além das aparências; Seguros; Sociáveis; Multidisciplinares; Originais; Observadores; Leais; Tendidos a realizarem tarefas porque querem e não porque devem (true). Artigo completo
"Oriente-me. Eu sou uma confusão. Vire a página. Sou um livro lido pela metade."
Foi com o meu ritual de assistir Two and a Half Men (TAHM) na Warner todo dia que no ano passado viciei em um outro sitcom do mesmo criador, Chuck Lorre. Quando olhava "The Big Bang Theory" na programação eu realmente não dava a mínima porque só queria saber de TAHM. Um dia, felizmente, parei para assistir e foi sensacional. Desde então acompanhei sua continuação com a 2ª temporada, e recentemente a estréia da 3ª. É uma série que conta as "aventuras" de quatro amigos nerds e uma vizinha com tiradas inteligentíssimas e engraçadas do começo ao fim. Alugue um Box, baixe pela internet. Vale a pena assistir.
(Foto: Cena do segundo episódio da 3ª temporada)
(Vídeo: Sheldon e o presente de Natal)
"Oh, well, this would be one of those circumstances that people unfamiliar with the law of large numbers would call a coincidence."
O fato é que eu te mandei embora, esperando você voltar. Perguntei-lhe se ficaria e enfrentaria os obstáculos ou viveria continuamente à espera de uma reviravolta em sua vida, sem nem mesmo ter fé de que isso podia tornar-se realidade. Você abdicou certezas. Cegou teus próprios olhos, sabendo que o estava fazendo. Talvez esta fora a maior de todas as minhas decepções. Não as mentiras que você contou, as promessas que fez. Porque tudo isso você fez a mim. Mas por provocar sua (e nossa) própria queda, fracassando propositalmente a cada chance que lhe surgia. É verdade que ainda há fé. Mas ela está dormindo escondida aos olhos dos outros, até mesmo aos teus. E não indica sinal de que vá acordar. Eu esperei você voltar e dizer "Sinto sua falta. Me desculpe". Você nunca voltou e já faz tempo que vejo que de nada iria adiantar. Eu não me importava mais.
"Eu queria tanto mudar sua vida. Mas você não sabe se vai ou se fica. Eu tenho coragem. Já tô de saída. Você diz que é pouco e pouco pra mim não é bobagem."
Eu tenho três blogs pela internet. O último post de jul/2008. É engraçado. Sabe aquela sensação de quando você abre um diário antigo? Exatamente. Você não se reconhece, admite que um pedaço daquela pessoa ainda vive dentro de ti mas simplesmente não consegue enxergá-la. De doze/treze para dezoito anos muita coisa mudou. A essência continua a mesma. Sorte de uns, azar de outros.
"O que eu acabo de escrever está passando pela minha mente. Eu estou roubando linhas de mim mesmo..."