sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Conscientia

Constantemente me pego em momentos introspectivos. Sobre tudo que acontece na vida, e sobre o nada também. Muitas dessas reflexões têm conclusões engraçadas, irônicas e um pouco trágicas. Afinal, o que é a vida? O que é destino? Como eu estou aqui, agora, neste ou naquele estado?
Confesso que há seis meses atrás eu perdi o rumo. Juntamente com um pedaço de minha fé, e a esperança em qualquer coisa/pessoa que fosse.
Contudo, atualmente, sou adepta do estilo “Semmering”:

“Senhora, entre a Itália e a Áustria há uma parte dos Alpes chamada Semmering – é uma região das montanhas muito íngreme e alta. Assentaram trilhos nessa parte dos Alpes para ligar Viena e Veneza. Assentaram os trilhos antes mesmo que houvesse trem para percorrer o trajeto. Construíram porque sabiam que um dia o trem chegaria”.


(Re)Construí os trilhos sob muita realidade e apatia. E o trem, incrivelmente, está chegando de vagão em vagão.

Comecei a escrever sobre a vida, por querer comentar um fato muito interessante que aconteceu essa semana comigo. Depois que eu falo que a minha vida daria uma BELA de uma novela, ninguém acredita.
Resumirei este fato em uma só palavra: Consciência.

Consciência do Latim CONSCIENTIA:

1. Capacidade que o homem tem de conhecer valores e mandamentos morais e aplicá-los nas diferentes situações.
2. Rel Testemunho ou julgamento secreto da alma, aprovando ou reprovando os nossos atos.
3. Honradez, retidão.
4. Conhecimento.
5. Psicol Percepção imediata da própria experiência; capacidade de percepção em geral.


Uma mensagem:

Obrigada por tamanho feito. Digno da pessoa que eu costumava conviver.
Finalizo com uma interrogativa: Você estava com problemas para dormir a noite?

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Bola de pêlo



"-(Suspiro...) O amor é tão bom. Eu amo o amor"

"- Onde você está indo?"

"- Lá fora. Essa bola de pêlo vai ser gigante."


Dois minutos. Também preciso ir vomitar.

domingo, 11 de outubro de 2009

Salve a líder de torcida, salve o mundo.

Concluindo um episódio de "Heroes", pensei e escrevi rapidamente alguns motivos pró e contra a série. Alguns são relativos a certa temporada, não ao desenrolar da história. Atualmente exibe capítulos inéditos da quarta temporada. Confesso que na terceira me deu uma vontade imensa de abandoná-la, acredito que como em muitos outros. Contudo, pelo lado bom superar qualquer ponto negativo eu continuei, e não me arrependo. É uma série instigante e de ótima qualidade.
Aqui vai:

10 contra Heroes:

A "maior ladra do mundo" fazer serviços por dinheiro.
Claire e seus extremos de "super heroína" e "eu só queria ser uma pessoa normal".
Niki morta.
Mohinder e sua reviravolta fisica e mental.
Adam Monroe que foi um samurai no passado, que quis destruir o mundo no presente, que... morreu.
West (Se alguém ver ele voando por aí me avisa!) e Monica (Quem mesmo?)
Noah e sua incansável busca pela proteção de Claire (e todo mimimi)
Hiro quando exagera nas doses de criancisse.
Hiro powerless.
Desaparecimento repentino de personagens. (Molly, Micah (CofRebelCof), Caitlin¹...)

10 pró Heroes:

Peter Petrelli.
Super poderes.
Gabriel (Sylar).
Efeito borboleta.
Elle (Definitivamente poderia ter rendido uma ótima personagem fixa)
Hiro e a fórmula partida em duas no passado (Cada parte assim, nos faz pensar em todas ações "efeito borboleta". Antes deste episódio por exemplo, eles buscavam pelos dois pedaços de fórmula, sem antes saber o por quê havia sido partido...)
Heroes.
Villains.
Momentos WTF.
Salvar o mundo.

Apesar dos contras, as partes que me fazem pensar "WTF" são constantes, e todo momento nos traz consequências de atos ocorridos no presente, passado ou futuro. Um conselho: Não reflita muito e procure os detalhes que essas mudanças causaram, gera dores de cabeça.
Todavia, Heroes é minha série favorita do gênero "Suspense" (como não sou grande fã de suspense/terror, ela é a única).

Heroes "Trailer"



(A cena do táxi de Peter e Mohinder, em 1:00, repete-se na terceira temporada e tem um toque muito divertido)

Desabafo:
¹ Caitlin - Foi pro futuro, e se perdeu ali mesmo. Ainda bem. Eu não concordava com aquele absurdo de shipper entre ela e o Peter. Ninguém é boa o suficiente para ele. (Soei como uma garotinha de 13 anos agora).

"Pretérito Perfeito do Indicativo: Eu soei." Baita verbo estranho né? Conjugação aqui.


"Save the cheerleader, save the world!"

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Windows 95 MS-DOS

Enquanto assistia Doug na cultura, recordei outras coisas divertidas que fazia quando criança. Apenas as coisas que fazia dentro de casa. Eu era uma criança da "rua" (leia-se: prédio) também, e muito.
Agradeço a Deus por ter me dado primos da mesma idade, e que viveram comigo uma época boa. De travessuras e inocência. Dentre nossas principais atividades sob o teto de meus avós, sem dúvida alguma destaco três de nossas favoritas. Duas envolvem o querido computador, com CPU deitada embaixo do monitor. Que saudade. Éramos feras em Windows 95 e MS-DOS...

Prince of Persia


"Na pele do príncipe atravesse diversos calabouços e derrote inimigos com sua espada para resgatar a princesa da Pérsia."

Eram campeonatos de Prince sem parar. Às vezes dividíamos em três vidas para cada. Dependia. Felizmente fiz o download dele ontem, e já me aventurei (sem muito sucesso) uns minutos. Emocione-se também! Clique aqui para download. Neste link do superdownload você pode ler a análise, ver fotos das telas, vídeos e comentários. Clássico.

Doom



"O jogo original foi lançado em 1993 pela id Software, sendo um dos primeiros títulos do gênero de tiro em primeira pessoa. O sucesso do game foi tão grande, que ele influenciou grande parte dos jogos deste tipo nos anos 90. Neste game, o jogador encara o papel de um fuzileiro espacial que foi deportado para marte após atirar em um oficial superior para matar civis."

Eu tinha medo de Doom. Óbvio que era muito medrosa para jogar sozinha, e ocasionalmente, preferia que alguém jogasse na minha vez ou me acompanhasse passo a passo, tamanho era meu receio. Mas adorava ver as mudanças de telas e a derrota do "mestre". Atualmente ainda tenho medo de jogos e filmes do gênero "terror/suspense demasiado". Não consigo entender o prazer de assistir/jogar com tensão. Joguei "Resident Evil 4" no PS e quase sofri um ataque cardíaco. Você pode jogar "Doom" online aqui. Ele virou filme, mas não assisti até hoje. Tratarei disso depois.

Por último, um jogo de tabuleiro CLÁSSICO e que, assim como os outros jogos, gerava muitas discussões. Embora fosse engraçado toda a competição e nervosismo.

Detetive


"Foi a Dona Branca com a corda da sala de estar."

Todos tinham seus "pininhos" favoritos, e a minha era a Dona Branca. Não faz muito tempo que joguei uma partida na casa da minha prima. Puro saudosismo.

O vício por jogos ficou para trás, e o meu Mega Drive com a fita do Sonic também. Raramente jogo uma partidinha de Scotland Yard (um fascinante "Detetive" maiormente elaborado). E estou tentando até agora lembrar um joguinho de um bonequinho, que pulava para pegar coisinhas e as telas eram sensacionais e viciantes (não é Mario!).

Só para finalizar: Quem nunca roubou em WAR que atire a primeira pedra. Ou tanque.

Hasta!

Fotos Google Imagens e Superdownloads.